A lua é como a mulher.
Cruel.
A atenção prendida
involuntariamente...
Vontade de ser mais
forte e não olhar.
Mas assim como a mulher,
ela sabe que é bonita e
não teme em se mostrar.
Vagabunda!
Você não me merece por
me iludir.
Eu não te mereço por que
você brilha.
Assim como a lua, a
mulher não sabe do que causa em mim.
Sei que ela é bonita e
ainda assim
todos os dias que
a vejo é o mesmo deslumbramento.
Vou clamar à lua assim
como à musa.
Oh, lua, deseje me
conhecer!
Não reine absoluta sem
se preocupar comigo que sou só uma...
Sou só!
Veja além da minha pele
exposta.
Você que apenas ilumina
superficialmente.
Desfrute! Abuse, até!
Infiltre nesta que quer
te pertencer.
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